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AssuntoGrave   apresenta:

Uma Viagem através da  Música do Brasil

com a participação da  pianista Francisca Aquino 

 Francisca Aquino


Grupo "Solo Brasil"

Solo Brasil

 

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Apresentação          Repertório/Amostras     Ficha Técnica       Críticas     


    UM PROJETO PARA O BRASIL E PARA O EXTERIOR 

Lauro Moreira e "Solo Brasil"        É certo que a música popular brasileira vem alcançando crescente sucesso em todo o mundo. Mas é certo também que, ao lado desse êxito, observa-se um inegável desconhecimento, por parte dos admiradores estrangeiros, de sua extraordinária riqueza melódica, rítmica e harmônica, bem como de sua evolução histórica. 

        Foi com o objetivo de procurar reduzir o nível desse desconhecimento, desfazendo assim conceitos limitantes que reduzem nossa música a alguns poucos gêneros temporariamente em voga, que o Departamento Cultural do Itamaraty e a Secretaria de Música e Artes Cênicas do Ministério da Cultura decidiram unir esforços e incentivar a criação de um agrupamento musical, formado por artistas altamente qualificados, para apresentar no exterior um espetáculo especialmente criado para tal fim, intitulado UMA VIAGEM ATRAVÉS DA MÚSICA DO BRASIL. Este conjunto musical, que recebeu o nome de SOLO BRASIL, está composto de seis instrumentistas, uma cantora e um narrador, procedentes de Goiânia, Brasília e Rio de Janeiro.  

        O espetáculo, destinado portanto a platéias estrangeiras, traça um panorama da música popular brasileira ao longo do século XX, de Chiquinha Gonzaga a nossos dias. Esse período de cem anos está didaticamente dividido em blocos cronológicos, antecedidos de breves comentários a cargo de um narrador (na língua local), e constituídos de músicas altamente representativas de cada uma dessas etapas.

        Auspiciado por um programa conjunto Itamaraty/Ministério da Cultura de divulgação cultural no exterior, o grupo SOLO BRASIL iniciou suas apresentações em dezembro de 1999, com uma vitoriosa turnê por Buenos Aires, Montevidéu e Assunção.  Com igual êxito, o Grupo tem-se apresentado em diversas cidades brasileiras, tais como Brasília , Goiânia, Ribeirão Preto,São Carlos e, na Capital paulista, no Teatro do SESC Pompéia. Prevêem-se as próximas apresentações para o Rio de Janeiro e Niterói.  O Grupo retomou sua carreira internacional em março último, com apresentações em Caracas, Havana, Vera Cruz, Mérida, Cidade do México, Kingston e Bahamas, obtendo novo e memorável êxito de público e crítica.

        No segundo semestre de 2000, o SOLO BRASIL fará novos recitais na Itália, Portugal e Norte da África. Está agendado, também, a edição de um álbum duplo de CDs, contendo a íntegra do espetáculo, com um encarte do texto narrativo em espanhol, francês e inglês, a ser distribuído apenas no exterior.

 EMBAIXADOR LAURO MOREIRA

Diretor-Geral do Departamento Cultural

Ministério das Relações Exteriores

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Repertório/Amostras

UMA VIAGEM ATRAVÉS DA MÚSICA DO BRASIL

    I. OS PRIMEIROS ANOS

1. CORTA-JACA (Chiquinha Gonzaga)

2. O TRENZINHO DO CAIPIRA (Villa Lobos)

3. SONS DE CARRILHÕES (João Pernambuco)

4. PELO TELEFONE (Donga)

   II. A ÉPOCA DE OURO

5. ROSA (Pixinguinha)

6. CARINHOSO (Pixinguinha)

7. LAMENTOS (Pixinguinha)

8. TICO-TICO NO FUBÁ (Zequinha De Abreu)

9. ÚLTIMO DESEJO (Noel Rosa)

10. NA BAIXA DO SAPATEIRO (Ari Barroso)

    III. A MÚSICA REGIONAL

11. ASA BRANCA (Luiz Gonzaga) O BAIÃO (Luiz Gonzaga)

12. VASSOURINHA (Matias da Rocha/ Joana Batista)

13. PEÃO VIRAMUNDO (B. Seviero/Campanha)

    IV. A ETAPA PRÉ-BOSSA NOVA

14.  NERVOS DE AÇO (Lupicínio Rodrigues)

15.  COPACABANA (João de Barro)

16.  O ESCURINHO / FALSA BAIANA (Geraldo Pereira)

       V. A BOSSA NOVA

17. CHEGA DE SAUDADE (Tom Jobim y Vinícius de Moares)

18. A FELICIDADE (Tom Jobim y Vinícius de Moraes)

19. SAUDADE FEZ UM SAMBA (Carlos Lyra y Ronaldo Bôscoli)

20. VOCÊ E EU (Carlos Lyra y Vinícius de Moraes)

21. WAVE (Tom Jobim)

    VI. A ÉPOCA DOS FESTIVAIS

 22. ALEGRIA, ALEGRIA (Caetano Veloso) SOY LOCO POR TI AMÉRICA (Gilberto Gil

23. A BANDA (Chico Buarque de Holanda)

24. AQUELE ABRAÇO (Gilberto Gil)

25. PONTEIO (Edu Lobo)

     VII. OS ANOS 70 E 80: A CONQUISTA DOS MERCADOS INTERNACIONAIS

26. A DISTÂNCIA (Roberto Carlos e Erasmo Carlos)

27. O BÊBADO E A EQUILIBRISTA (João Bosco e Aldir Blanc)

28. O QUE SERÁ (Chico Buarque)

    VIII. A FORÇA DA TRADIÇÃO

29. CORDAS DE AÇO (Cartola)  AS ROSAS NÃO FALAM (Cartola)

30. PAÍS TROPICAL (Jorge Benjor)

31. BRASILEIRINHO (Waldir Azevedo)

32. MARACANGALHA (Dorival Caymmi)

33. FOI UM RIO QUE PASSOU EM MINHA VIDA (Paulinho da Viola)

      IX. O CARNAVAL

34. O ABRE ALAS (Chiquinha Gonzaga)

ABERTURA DO CARNAVAL

TOURADAS DE MADRI (João de Barro)

TA-HÍ (Joubert de Carvalho)

CACHAÇA (Mirabeau Pinheiro)

MAMÃE EU QUERO (Jararaca e Vicente Paiva)

ATRÁS DO TRIO ELÉTRICO (Caetano Veloso)

NÃO EXISTE PECADO AO SUL DO EQUADOR(Chico Buarque)

CIDADE MARAVILHOSA (André Filho)

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Solo Brasil  Ficha Técnica

LUIZ CHAFFIN - guitarra, cavaquinho, bandolim e direção musical

MARIA EUGENIA - voz

FRANCISCA AQUINO - piano e teclado

ADEMIR JUNIOOH - clarineta, sax tenor

EDILSON MORAIS – percussão e vocal

FRED VALLE - bateria

MARCELO MAIA – baixo                                               MONICA MOREIRA - Narração e produção

PAULO CELESTINO – técnico de som                          LEOZINHO - Roadie

 

Concepção, texto e direção geral - LAURO MOREIRA

 

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NOTAS SOBRE O ESPETÁCULO

        Eis algumas apreciações publicadas pelo crítico musical Aníbal Ocampo no jornal Última Hora de Assunção a respeito da apresentação do espetáculo "Uma Viagem através da Música do Brasil":

A MARAVILHOSA MÚSICA DO BRASIL: Cultura, alegria e diversão em uma resenha para o puro deleite. O respeito da recriação foi a constante desse instrutivo e deleitoso passeio pela história da música do Brasil. Ficou claramente demonstrado que cultura, alegria e diversão não são territórios inimigos, sobretudo quando existe uma boa intenção, criatividade e trabalho sério

        Já em Montevidéu, o jornal Últimas Notícias publica os seguintes destaques:

MPB através do tempo: a fascinação de um povo.

        E o jornal La República, também de Montevidéu, em uma resenha assinada por seu crítico musical destaca em manchete:

Jubilosa e instrutiva viagem pela música brasileira do século XX.   SOLO BRASIL é um conjunto altamente profissional.

       No Brasil, o espetáculo alcançou igualmente um grande êxito de público e de crítica em suas duas únicas apresentações, em Brasília e Goiânia, como escreveu o crítico Leonardo Razuk no jornal O Popular, de Goiânia:

Grupo SOLO BRASIL faz uma emocionante viagem pela nossa música. Um encontro de excelentes músicos para apresentar ao exterior nossa riqueza rítmica. Uma emocionante e fantástica jornada através da música brasileira. É uma missão impossível resumir a riqueza musical brasileira deste século em apenas 90 minutos de show, mas o GRUPO SOLO BRASIL conseguiu dar conta do recado, com interpretações emocionantes de inúmeras músicas emblemáticas de nosso repertório.(...) Uma diversidade incrível que deve deixar os estrangeiros realmente de boca aberta.

     E escreveu Joel da Alencastro Veiga, no Diário da Manhã, de Goiânia:

Sonharam alto e fizeram do sonho uma realidade. Palpável, bonita, charmosa, sonora e cheia de harmonia, não só a da música, mas também a dos instrumentistas, que empenhados, se doaram para que o espetáculo fosse o que se pretendeu... o melhor. A aceitação pelo público, que vibrou e participou, encantado, desde os primeiros aos últimos acordes, fez com que "Uma viagem através da música do Brasil" enchesse os nossos corações de alegria e ensejou a que pretendêssemos ter aqui novos espetáculos com a mesma categoria.

      Em artigo publicado no Jornal do Brasil do dia 30 de março de 2000, o respeitado criador do Festival Internacional da Canção do Rio de Janeiro, jornalista e escritor Augusto Marzagão, após haver assistido ao espetáculo na Cidade do México, destaca:

Entro e encontro o auditório do Teatro de las Artes superlotado de espectadores de todas as classes sociais. Milionários misturados com os mais humildes filhos de juan pueblo (...) Mais surpreso ainda fiquei com a excelência do show, uma bem costurada retrospectiva da música popular brasileira, organizada com talento, acerto e bom gosto. (...) Era impressionante a presença de Maria Eugenia no palco (...) Lembrei-me de Elis Regina, Gal Costa, Maria Creuza, depois das três com as suas vozes misturadas. Nada disso. Estava mesmo diante da personalidade inconfundível de Maria Eugenia, a jovem goiana que arrancou emocionantes aplausos dos mexicanos e brasileiros à sua escuta. (...) Lamentei a ausência nesta noite de gala de Hermínio de Carvalho, Sérgio Cabral e Ricardo Cravo Albim, os quais certamente sairiam de lá com a alma em festa.

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